A vida faz umas coisas engraçadas conosco.
Acordei ontem com uma crise de consciência daquelas que não tinha há tempos. Tipo porre fenomenal, com stress, numa mesa de teatro onde as pessoas estavam todas sóbrias. Com queda nas escadas, roxos pelas pernas, discussão que eu nem lembro o motivo.
Pior, deixei o carro no Vallet parking e fui embora de táxi (menos mal). Passei o dia atrás do carro, e ninguém achava. Pensamos que havia sido roubado e estava a ponto de acionar o seguro quando descobri que uma amiga trouxe para o trabalho e ele esteve o tempo todo aqui no estacionamento do meu lado.
Por um momento tinha acabado mal uma história que nem começou, fiz papelão na frente de várias pessoas do trabalho e ainda por pura viagem minha, não tinha mais carro. Tipo, muita vergonha de mim mesma. E nenhuma auto-piedade. Ódio total.
Mas tudo isso ficou pra trás com o aparecimento do carro, com as risadas que dei, e pedindo ajuda pro alvo do meu desconforto máximo. No final das contas o mundo caiu e se reergueu em minutos. Em compensação provei o gostinho de ter feito muita merda numa bebedeira, me arrepender e me odiar imensamente.
Essa foi pior do que as outras, porque me dei conta de todas, uma a uma, e do quanto tudo isso é arriscado. E bobo, afinal não tenho 15 anos, não freqüento a facul, e nem estou estudando para o vestibular. E mais, nessas horas sempre faço e digo coisas que não sinto de fato e me transformo numa péssima atriz de novela mexicana que definitivamente não dá pra admirar. No máximo rir, e não porque é engraçado, mas porque é trágico.
Got it. Entendi total a mensagem a divina.
Nesses meus meses de solteira, os primeiros da vida, fui feliz. Exagerei muito, milhares de vezes. Me envergonhei algumas delas, mas outras tantas dei risadas e claro, agora são historias pra contar. Mas é hora de olhar pra traz e buscar o equilíbrio, encontrar outras formas de diversão, com mais maturidade e um pouco menos de quebradeira. Afinal não dá pra viver se arrependendo, ou se questionando. Se arrepender é forte demais. Mas sem dúvida o pior mesmo é ter de tentar pedir desculpas para mim mesma. E não tem como, porque pra mim não consigo encontrar argumentos, não dá pra me convencer de nada que não seja a pura (e crua) verdade.
Agora, olhando pra tudo, agradeço cada um dois sustos de ontem.
Time to wake-up.
- Gracias, Adelaide. Você também me fez acordar -
* Summer
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Será?
Li esses tempos um artigo que falava sobre separações. E dizia que todas as vezes as quais nos separamos de alguém, nos separamos de todas as outras pessoas que deixamos pra trás, de todas as relações anteriores. Estava pensando sobre as últimas histórias que vi (e vivi) e apesar de muito diferentes umas das outras, sempre existe uma sensação de pertencer, de dar satisfações, e de muitas obrigações. Óbvio, afinal o fato de darmos um nome a relação, possivelmente traga consigo deveres e obrigações.
Mas não precisa ser assim. Por outro lado, também lembrei de uma história no México que foi diferente de todas as outras. Não porque foi mais forte, mais intensa ou melhor. Porque a sensação de liberdade absoluta foi diferente de tudo.
As duas pessoas estavam comprometidas com outras duas de outros países. E por isso, acabaram vivendo só aquele momento, ali, naquele agora. Elas pensavam no amanhã, mas sem sofrimento, sem cobranças, com leveza. Eram só planos, que não necessariamente precisavam dar certo.
Conheço uma das duas pessoas e foi a primeira vez que convivi com ela tendo uma relação realmente leve, vivendo um dia de cada vez. Parecia ser porque o peso da relação estava no namoro, ainda que a distância. E esta era outra história, não aquela, que estava sendo vivida ali.
Esta historinha breve, com um mexicano, consistia em levantar todos os dias e se perguntar se hoje era um dia bom para os dois se encontrarem. Isso poderia ter durado um mês, que era o tempo pré-determinado. Durou oito, e até o ultimo foi assim, quando os dois se despediram e voltaram para as suas vidas.
Não entendo muito bem porque numa situação normal, de namoro, ou casamento, não podemos ter essa mesma leveza.
Gostaria de simplesmente pegar emprestada a sensação de que o compromisso está lá longe e que todas as histórias que vivemos podem só ter a convivência, o olhar e a atitude de quem faz o que quer, quando quer e porque realmente quer. Com a sinceridade e a transparência de quem não tem o compromisso, mas só tem alguém que pode fazer parte da nossa vida quando estivermos a fim. E vice-versa. E isso não significa não fazer a vontade do outro, ou não ficar junto até cansar. Significa encarar cada dia como uma escolha, que pode ser leve e sincera. Onde damos ao outro o que realmente queremos, e ele também nos dá realmente só o que tem vontade e quando tem. Será que essa não é uma forma de manter todos os momentos prazerosos? Ou é muita viagem?
* Summer
Mas não precisa ser assim. Por outro lado, também lembrei de uma história no México que foi diferente de todas as outras. Não porque foi mais forte, mais intensa ou melhor. Porque a sensação de liberdade absoluta foi diferente de tudo.
As duas pessoas estavam comprometidas com outras duas de outros países. E por isso, acabaram vivendo só aquele momento, ali, naquele agora. Elas pensavam no amanhã, mas sem sofrimento, sem cobranças, com leveza. Eram só planos, que não necessariamente precisavam dar certo.
Conheço uma das duas pessoas e foi a primeira vez que convivi com ela tendo uma relação realmente leve, vivendo um dia de cada vez. Parecia ser porque o peso da relação estava no namoro, ainda que a distância. E esta era outra história, não aquela, que estava sendo vivida ali.
Esta historinha breve, com um mexicano, consistia em levantar todos os dias e se perguntar se hoje era um dia bom para os dois se encontrarem. Isso poderia ter durado um mês, que era o tempo pré-determinado. Durou oito, e até o ultimo foi assim, quando os dois se despediram e voltaram para as suas vidas.
Não entendo muito bem porque numa situação normal, de namoro, ou casamento, não podemos ter essa mesma leveza.
Gostaria de simplesmente pegar emprestada a sensação de que o compromisso está lá longe e que todas as histórias que vivemos podem só ter a convivência, o olhar e a atitude de quem faz o que quer, quando quer e porque realmente quer. Com a sinceridade e a transparência de quem não tem o compromisso, mas só tem alguém que pode fazer parte da nossa vida quando estivermos a fim. E vice-versa. E isso não significa não fazer a vontade do outro, ou não ficar junto até cansar. Significa encarar cada dia como uma escolha, que pode ser leve e sincera. Onde damos ao outro o que realmente queremos, e ele também nos dá realmente só o que tem vontade e quando tem. Será que essa não é uma forma de manter todos os momentos prazerosos? Ou é muita viagem?
* Summer
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
Secret
Nessa última viagem, bati o olho num livro numa loja que entrei pra ver roupas. Óbvio que quando peguei pra olhar melhor, minha companheira de férias naturalmente conhecia a história. Aliás, que pessoa para conhecer tudo que é descolado e moderno. Nem sei se é este o caso, mas no mínimo a proposta é muito legal.
Post Secret é bem mais do que um livro. Este projeto traz segredos de anonimos que escreveram para uma caixa postal algo (ou tudo) que guardavam lá dentro, bem escondido, num lugar onde só desconhecidos poderiam chegar.
Todas as noites leio e releio alguns segredos. Me pergunto em que mundo eståo algumas pessoas, para julgarem alguns deles impossíveis de compartilhar.
Em compensaçåo, ler algo como ‘ I don’t wear my ring, because I don’t love her, not because I don’t like rings’ me fez parar pra pensar em quantas vezes escondemos coisas de todos, inclusive da gente. E seguimos agindo como se nåo pudéssemos simplesmente mudar o que quisermos, e entåo passar a compartilhar.
I want to be in love, but I’m afraid it won’t sove all my problems. Parece muito o segredo de várias pessoas que conheço, o meu inclusive, em alguns dias da vida. A diferença é que elas sequer questionam isso, quando colocam todas as expectativas em cima do outro, ou em cima de uma história que sequer começou. Nåo sei se é bom ter segredos. Sempre achei que tinha poucos, ou nenhum. Afinal, nåo tem muita graça nåo compartilhar, nåo trocar, nåo se envergonhar, nåo ouvir, ou dar risadas, com no mínimo uma pessoa a respeito de um assunto seu, só seu.
Só que isso é impossível. Mesmo que a gente queira contar tudo, nåo dá, porque tem coisas que definitivamente escondemos até de nós mesmos. Isso porque tentamos que elas nåo existam, ou sejam diferentes. Entåo nos enganamos e vivemos como se tudo estivesse do jeito que a gente quer.
Inúmeras vezes somos incapazes de olhar com clareza pra algumas coisas e ver extamente como elas såo. Podemos simplesmente achar que a pessoa sumiu porque quis, e porque realmente náo teve vontade de nos ver ou de falar. Porque realmente outras coisas eram mais importantes. Ou que ela depois de tanto tempo realmente nåo vai se separar, o que realmente acontece é ela estar se sentindo ameaçada, e por isso mentiu e nåo precisamos secretamente saber disso, mas ainda assim acreditar. Ou, que ela vai de repente conseguir passar a se controlar na hora em que algo sair errado, mesmo nunca tendo conseguido antes. Quando algo dói, vearias vezes escolhemos ignorar e fazer disso um segredo só nosso, que fica bem no fundo, virando gastrite.
Os nossos segredos eståo lá, vários, alguns, mas enquanto eles nåo virarem uma conversa, mesmo que da gente com a gente mesmo, provavelmente eles nunca virem uma história pra contar, do passado, resolvida. Eles sempre acabem sendo aquela angústia chata, que nåo sabemos como tirar de dentro da gente.
Como alguém sabiamente disse (e escreveu) bem antes de mim: there are two kinds of secrets, those we keep from others, and those we hide from ourselves.
Neste momento, estou tentando manter o segundo, mas é hora de acordar e conversar comigo mesma a respeito.
* Summer
Post Secret é bem mais do que um livro. Este projeto traz segredos de anonimos que escreveram para uma caixa postal algo (ou tudo) que guardavam lá dentro, bem escondido, num lugar onde só desconhecidos poderiam chegar.
Todas as noites leio e releio alguns segredos. Me pergunto em que mundo eståo algumas pessoas, para julgarem alguns deles impossíveis de compartilhar.
Em compensaçåo, ler algo como ‘ I don’t wear my ring, because I don’t love her, not because I don’t like rings’ me fez parar pra pensar em quantas vezes escondemos coisas de todos, inclusive da gente. E seguimos agindo como se nåo pudéssemos simplesmente mudar o que quisermos, e entåo passar a compartilhar.
I want to be in love, but I’m afraid it won’t sove all my problems. Parece muito o segredo de várias pessoas que conheço, o meu inclusive, em alguns dias da vida. A diferença é que elas sequer questionam isso, quando colocam todas as expectativas em cima do outro, ou em cima de uma história que sequer começou. Nåo sei se é bom ter segredos. Sempre achei que tinha poucos, ou nenhum. Afinal, nåo tem muita graça nåo compartilhar, nåo trocar, nåo se envergonhar, nåo ouvir, ou dar risadas, com no mínimo uma pessoa a respeito de um assunto seu, só seu.
Só que isso é impossível. Mesmo que a gente queira contar tudo, nåo dá, porque tem coisas que definitivamente escondemos até de nós mesmos. Isso porque tentamos que elas nåo existam, ou sejam diferentes. Entåo nos enganamos e vivemos como se tudo estivesse do jeito que a gente quer.
Inúmeras vezes somos incapazes de olhar com clareza pra algumas coisas e ver extamente como elas såo. Podemos simplesmente achar que a pessoa sumiu porque quis, e porque realmente náo teve vontade de nos ver ou de falar. Porque realmente outras coisas eram mais importantes. Ou que ela depois de tanto tempo realmente nåo vai se separar, o que realmente acontece é ela estar se sentindo ameaçada, e por isso mentiu e nåo precisamos secretamente saber disso, mas ainda assim acreditar. Ou, que ela vai de repente conseguir passar a se controlar na hora em que algo sair errado, mesmo nunca tendo conseguido antes. Quando algo dói, vearias vezes escolhemos ignorar e fazer disso um segredo só nosso, que fica bem no fundo, virando gastrite.
Os nossos segredos eståo lá, vários, alguns, mas enquanto eles nåo virarem uma conversa, mesmo que da gente com a gente mesmo, provavelmente eles nunca virem uma história pra contar, do passado, resolvida. Eles sempre acabem sendo aquela angústia chata, que nåo sabemos como tirar de dentro da gente.
Como alguém sabiamente disse (e escreveu) bem antes de mim: there are two kinds of secrets, those we keep from others, and those we hide from ourselves.
Neste momento, estou tentando manter o segundo, mas é hora de acordar e conversar comigo mesma a respeito.
* Summer
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Marco zero
A gente sempre acha que tudo é eterno. O sentimento, o sofrimento, a felicidade. Seria bom se quando estivéssemos sofrendo, simplesmente conseguíssemos parar, olhar de cima, e lembrar que tudo passa.
E passa mesmo. O que é bom e o que é ruim. Quando é ruim, parece que demora mais, mas provavelmente isso seja só sensação. Acho que a graça maior está no fato de tudo passar, às vezes terminar e às vezes recomeçar. Ou começar de novo. É raro, mas acontece.
É bom olhar pra uma pessoa, perceber que houve um ciclo que teve começo, meio e fim. Olhar de novo e perceber que a mesma pessoa, já não é a mesma. E principalmente que nós mesmos mudamos a ponto de nos sentirmos outros, e o que temos em comum com aquele velho nós é só o corpo.
E se os dois estão absolutamente diferentes, por que eles resolveram se reencontrar? Porque provavelmente as mudanças provocaram um encontro, novo, e isso é bem diferente de simplesmente voltar. Isso é viver outra história, mas com a mesma pessoa. É trazer na bagagem tudo o que houve de bom e de ruim, mas só como memória. É conseguir se colocar no marco zero e deixar o resto se construir do começo, com história, mas ao mesmo tempo sem. Sem peso. Começando, e não recomeçando.
--Te devo mais este post. Foi uma ótima conversa.--
* Summer
E passa mesmo. O que é bom e o que é ruim. Quando é ruim, parece que demora mais, mas provavelmente isso seja só sensação. Acho que a graça maior está no fato de tudo passar, às vezes terminar e às vezes recomeçar. Ou começar de novo. É raro, mas acontece.
É bom olhar pra uma pessoa, perceber que houve um ciclo que teve começo, meio e fim. Olhar de novo e perceber que a mesma pessoa, já não é a mesma. E principalmente que nós mesmos mudamos a ponto de nos sentirmos outros, e o que temos em comum com aquele velho nós é só o corpo.
E se os dois estão absolutamente diferentes, por que eles resolveram se reencontrar? Porque provavelmente as mudanças provocaram um encontro, novo, e isso é bem diferente de simplesmente voltar. Isso é viver outra história, mas com a mesma pessoa. É trazer na bagagem tudo o que houve de bom e de ruim, mas só como memória. É conseguir se colocar no marco zero e deixar o resto se construir do começo, com história, mas ao mesmo tempo sem. Sem peso. Começando, e não recomeçando.
--Te devo mais este post. Foi uma ótima conversa.--
* Summer
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Bem bom, bem bom mesmo.
Diversas maravilhas do nosso dia a dia, ou do dia sim dia não, ou do de vez em quando são incrivelmente feitas para amenizar as ESCOLHAS. Aquelas ESCOLHAS que não são feitas no dia a dia, ou no dia sim dia não e às vezes, nem no de vez em quando. Mas ESCOLHAS que simplesmente aparecem como se tivessem sido feitas há anos e que fazem parte da nossa história. Sem, necessariamente, fazerem de fato.
Não imagino como seria um dia sem sms, sem e-mail. Sem mensagens multimídia nas micro telas de celular. O fato é que essas pequenas maravilhas fazem um dia péssimo virar um dia de princesa.
Não que a gente se empolgue com motivos baratos e bobos. Não. Mas é que um carinho, uma atenção, uma frase, têm uma influência enorme e se destacam na quantidade imensa de informações que chegam para ocupar o nosso HD.
Independente do meio, o que ainda vale mesmo é a intenção. Ou a atenção.
É barato. É simples. É honesto. Pq não, então?
Mulher é complicada? Será?
Com tão pouca coisa já dá para fazer a alegria do dia de uma dessas.
Prova? Fácil. Garanto que um e-mail, um olhar, um plano para mais tarde, chamar para um programinha básico e perto de casa (melhor ainda) faz aquelas ESCOLHAS que parecem eternas perderem um pouco o brilho. Se elas forem ESCOLHAS não mais tão boas então… nossa! As pequenas maravilhas do dia a dia fazem um bem enooooorme. Vão apagando aos poucos. Como acionar a tecla “delete”. Como ir diminuindo o contraste.
Valeu outlook! Valeu Claro!
*Pp
Não imagino como seria um dia sem sms, sem e-mail. Sem mensagens multimídia nas micro telas de celular. O fato é que essas pequenas maravilhas fazem um dia péssimo virar um dia de princesa.
Não que a gente se empolgue com motivos baratos e bobos. Não. Mas é que um carinho, uma atenção, uma frase, têm uma influência enorme e se destacam na quantidade imensa de informações que chegam para ocupar o nosso HD.
Independente do meio, o que ainda vale mesmo é a intenção. Ou a atenção.
É barato. É simples. É honesto. Pq não, então?
Mulher é complicada? Será?
Com tão pouca coisa já dá para fazer a alegria do dia de uma dessas.
Prova? Fácil. Garanto que um e-mail, um olhar, um plano para mais tarde, chamar para um programinha básico e perto de casa (melhor ainda) faz aquelas ESCOLHAS que parecem eternas perderem um pouco o brilho. Se elas forem ESCOLHAS não mais tão boas então… nossa! As pequenas maravilhas do dia a dia fazem um bem enooooorme. Vão apagando aos poucos. Como acionar a tecla “delete”. Como ir diminuindo o contraste.
Valeu outlook! Valeu Claro!
*Pp
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Bem bom
Que bom que as coisas mudam. E que a gente muda.
Deu uma vontadezinha de escrever a continuaçåo do texto abaixo, mas agora de um jeito mais leve e bem humorado. Mas nåo vou, estou achando que é bom mudar de fase, deixar de gostar de coisas e pessoas, e depois voltar a gostar de outras coisas e novas pessoas. Mas também se permitir voltar a gostar de coisas , ou novas coisas, nas mesmas pessoas. Mas só dá pra perceber isso, se a gente simplesmente viver. Isso pra mim nao significa maturidade, nem aprendizado. Mas pode significar sim, dependendo do jeito que a gente vive e encara.
Engraçado se repetir. Mas e quando a gente repete o mesmo prato pela décima vez só que agora temperado com gegibre?
Acho que voltar a viver algo com uma pessoa do passado, mesmo que recente, depende de uma atitude diferente. Mas nåo uma atitude de quem está igual, só tentando ser ou fazer algo novo. Nåo é uma queståo de mudar a forma. O que deve estar diferente é o sentimento. É ele, ou a falta dele. Só uma das duas coisas vai gerar uma nova atitude. Melhor ainda se as expectativas forem zero e se dessa vez os dois estiverem querendo a mesma coisa. Nada. Ou tudo. Nao importa.
Só dá pra viver de um jeito novo se o olhar pra história for diferente, mesmo quando ela já nåo é uma história, nem um lance. Mas ser algo que nåo é nada, também pode ser muitas coisas ao mesmo tempo, só que de um jeito em que nenhum dos dois precise carregar uma mochila de pedras.
Muito bacana nem precisar pedir nada pra vida, e ela acabar surpreendendo. E olha que eu nem gosto de surpresas.
- Te falei que ia escrever. Bjos, vários.
* Summer
Deu uma vontadezinha de escrever a continuaçåo do texto abaixo, mas agora de um jeito mais leve e bem humorado. Mas nåo vou, estou achando que é bom mudar de fase, deixar de gostar de coisas e pessoas, e depois voltar a gostar de outras coisas e novas pessoas. Mas também se permitir voltar a gostar de coisas , ou novas coisas, nas mesmas pessoas. Mas só dá pra perceber isso, se a gente simplesmente viver. Isso pra mim nao significa maturidade, nem aprendizado. Mas pode significar sim, dependendo do jeito que a gente vive e encara.
Engraçado se repetir. Mas e quando a gente repete o mesmo prato pela décima vez só que agora temperado com gegibre?
Acho que voltar a viver algo com uma pessoa do passado, mesmo que recente, depende de uma atitude diferente. Mas nåo uma atitude de quem está igual, só tentando ser ou fazer algo novo. Nåo é uma queståo de mudar a forma. O que deve estar diferente é o sentimento. É ele, ou a falta dele. Só uma das duas coisas vai gerar uma nova atitude. Melhor ainda se as expectativas forem zero e se dessa vez os dois estiverem querendo a mesma coisa. Nada. Ou tudo. Nao importa.
Só dá pra viver de um jeito novo se o olhar pra história for diferente, mesmo quando ela já nåo é uma história, nem um lance. Mas ser algo que nåo é nada, também pode ser muitas coisas ao mesmo tempo, só que de um jeito em que nenhum dos dois precise carregar uma mochila de pedras.
Muito bacana nem precisar pedir nada pra vida, e ela acabar surpreendendo. E olha que eu nem gosto de surpresas.
- Te falei que ia escrever. Bjos, vários.
* Summer
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