Ya sali con el ninito. Le temo a los intimidados, confusos, indecisos.
Ya sali con el mitomano. No estoy para seguir la mentira de nadie.
Ya sali con el intelectual. Le tengo panico a los presumidos, egocentricos, verborrientos.
Ya sali con el traumatizado. Que pereza.
Ya sali con el machista. Le tengo horror a los guaches.
Ya sali con el depresivo. No es permitido ser feliz.
Ya sali con el picaro. Le corro a los hombres sin escrupulos.
Ya sali con el que no me gusta. Me corro.
...
Sera que de tanto huir, llegare algun dia al que si es?
* Adelaide
sábado, 29 de novembro de 2008
In the war of love II
No pain, no gain. But know your limits.
In the war of love, the one who ends up hurt is the one that loved the most. But if feeling it is the actual reward, and if trial and error is the only path to true love, let it hurt, just as long as you know when to stop, get up, and move on, untainted, to your next love.
Always keep on trying. If you persevere you will succeed.
* Adelaide
In the war of love, the one who ends up hurt is the one that loved the most. But if feeling it is the actual reward, and if trial and error is the only path to true love, let it hurt, just as long as you know when to stop, get up, and move on, untainted, to your next love.
Always keep on trying. If you persevere you will succeed.
* Adelaide
In the war of love I
Men are from Mars and Women are from Venus. TRUE
Of course men and woman think totally different!!! Thank God!! In the war of love, we each need to have our secret weapons and our unique strategies. So lets stop complaining. On to war. Let the cause be worth it and may we encounter worthy warriors.
* Adelaide
Of course men and woman think totally different!!! Thank God!! In the war of love, we each need to have our secret weapons and our unique strategies. So lets stop complaining. On to war. Let the cause be worth it and may we encounter worthy warriors.
* Adelaide
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Expectativas Hoje
Este ponto de vista sobre as expectativas é brilhante.
Mas melhor ainda termos a oportunidade de ler isso hoje, num dia em que Adelaide lindaqueridaracionalmasemocionalagora e Deli (cious)lindasupermaemulherdonadecasaprofissional estão na mesma, ou tiveram a noite passada vivida intensamente.
Como a gente chora pela quebra de expectativas. Como a gente sente quando não queríamos esperar nada, mas esperamos. E em geral sabemos lá no fundo em que estamos metidas, mas simplesmente desconsideramos isso porque sentimos algo no coração. E precisamos mesmo respeitá-lo, afinal ele é sábio. Tudo bem, as vezes muito burro, mas precisa ser ouvido de qualquer forma.
Queridas, sabemos que são motivos diferentes: um traz de volta uma vida, parte do passado. O outro traz a esperança do futuro. Mas as duas situações estão seguindo os seus caminhos. Escolhidos por eles, que não estão sendo obrigados a nada. Mas vocês tem a escolha de respeitar sempr eo que sentem, viver tudo intensamente, chorar, rir, amar, se apaixonar, sentir saudade. Se orgulhem disso, e lembrem que hoje e agora voces também tem escolha, de fazer e sentir o que quiserem. De levantar, se olhar no espelho e ver o que vocês são. Que podem tudo.
Quem quer busca, chama, liga, reaparece. Quem quer rega a plantinha, ou planta uma nova.
Vocês duas não choraram tanto por eles, mas pela quebra de expectativas, ou pela ruptura daquela ilusãozinha gostosa de no fundo ter a esperança de ser algo mão dupla. Isto é, que o outro estivesse na mesma, ou sentindo o mesmo, ou lembrando também. Vivam isso. Não importa se é uma história de 10 anos ou de 2 meses. É hora de olhar pra frente e liberar a energia para que todas as coisas maravilhosas que vcs merecem aconteçam. Ele virá, eles virão, uma vida maravilhosa já veio. Mas fiquem tristes, vivam isso, e passem disso.
Então resolvam hoje, não amanhã e nem depois. Que doa, e que passe. Mas pra passar tem que ser sentido.
Lembrem que vocês lidam otimamente bem com tudo. E que estão no topo da pirâmide.
Orgulho.
* Summer
Mas melhor ainda termos a oportunidade de ler isso hoje, num dia em que Adelaide lindaqueridaracionalmasemocionalagora e Deli (cious)lindasupermaemulherdonadecasaprofissional estão na mesma, ou tiveram a noite passada vivida intensamente.
Como a gente chora pela quebra de expectativas. Como a gente sente quando não queríamos esperar nada, mas esperamos. E em geral sabemos lá no fundo em que estamos metidas, mas simplesmente desconsideramos isso porque sentimos algo no coração. E precisamos mesmo respeitá-lo, afinal ele é sábio. Tudo bem, as vezes muito burro, mas precisa ser ouvido de qualquer forma.
Queridas, sabemos que são motivos diferentes: um traz de volta uma vida, parte do passado. O outro traz a esperança do futuro. Mas as duas situações estão seguindo os seus caminhos. Escolhidos por eles, que não estão sendo obrigados a nada. Mas vocês tem a escolha de respeitar sempr eo que sentem, viver tudo intensamente, chorar, rir, amar, se apaixonar, sentir saudade. Se orgulhem disso, e lembrem que hoje e agora voces também tem escolha, de fazer e sentir o que quiserem. De levantar, se olhar no espelho e ver o que vocês são. Que podem tudo.
Quem quer busca, chama, liga, reaparece. Quem quer rega a plantinha, ou planta uma nova.
Vocês duas não choraram tanto por eles, mas pela quebra de expectativas, ou pela ruptura daquela ilusãozinha gostosa de no fundo ter a esperança de ser algo mão dupla. Isto é, que o outro estivesse na mesma, ou sentindo o mesmo, ou lembrando também. Vivam isso. Não importa se é uma história de 10 anos ou de 2 meses. É hora de olhar pra frente e liberar a energia para que todas as coisas maravilhosas que vcs merecem aconteçam. Ele virá, eles virão, uma vida maravilhosa já veio. Mas fiquem tristes, vivam isso, e passem disso.
Então resolvam hoje, não amanhã e nem depois. Que doa, e que passe. Mas pra passar tem que ser sentido.
Lembrem que vocês lidam otimamente bem com tudo. E que estão no topo da pirâmide.
Orgulho.
* Summer
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Expectativa
Engraçado como a gente cria e gera expectativas. E acaba também criando pessoas, E esperando acontecer coisas que estão só na nossa cabeça. Mas que dependem de atitudes de outra.
Quando será que eu vou aprender a não ter tanta pilha, a não querer tudo, a não esperar o melhor, a não me frustrar quando as coisas não saem como eu quero? Será que esse dia chega?
Uma das maiores diferenças que tenho com a minha mãe é que a vida toda ela me mandou e, depois de um tempo deixou de mandar mas passou a sugerir, que eu fosse mais conformada. Que eu devia aceitar com mais facilidade o que não me agrada ou não me satisfaz. Que se eu ficasse sempre lutando contra o que eu não gosto, minha vida seria muito difícil, pois as coisas nem sempre saem como a gente quer.
Concordo em parte. Mas acho que ao contrário do estágio de conformação pura e simples, o que vale e nos ensina a ser pessoas melhores é o estágio de entendimento. Talvez esse seja o momento onde entra a maturidade. O saber que entender que algo não era pra ser não significa se conformar. Pq se considerar uma pessoa conformada, vamos combinar, é muito depressivo.
Estou quase aprendendo onde fica essa divisão tão sensível, essa linha tão tênue entre entender e se conformar. Mas não é fácil e, pior, não é rápido. Tenho impressão que sempre vou primeiro sentir uma puta frustração, depois lutar para não ser conformada com o acontecimento. Daí uns dias depois (a quantidade deles vai depender da importância da história, claro), entro na fase de entendimento. É uma daquelas sensações alentadoras, confortadoras. E de desapego. Pq para entender que não era pra ser, tem que fazer um puta exercício de desapego, de "ah, deixa pra lá, nem ia ser tão legal assim".
Passei por uma dessas há poucos dias. Super expectativa. Frio na barriga. Super idealização na minha mente viajandona. E não foi bem o que eu esperava. Como disse, idealizei algo que não dependia só de mim e das minhas escolhas. Dei uma sofridinha nos primeiros dias, mas as fichas vão caindo e o esperando "ah, deixa pra lá" acaba chegando. E eu entendo, muito mais do que me conformo. Não me conformo, pq na real já tenho idade suficiente para conseguir distinguir o me conformo do eu entendo.
Talvez essa cura tenha vindo rápido demais. Pode ser que dê efeito rebote, como acontece quando a gente toma remédio tarja preta para emagrecer. Mas por enquanto tá na boa. Até pq é incrível a capacidade que o Universo tem de nos apresentar surpresas gostosas bem na hora que a gente precisa. A compensação vem e te dá um gás, um sopro de otimismo.
Isso é o mais fascinante de tudo. E o que me faz voltar a ser pilhada, a querer tudo e a continuar sempre esperando o melhor. Com uma certa dose de teimosia, não posso negar...
;-)) Pp
Quando será que eu vou aprender a não ter tanta pilha, a não querer tudo, a não esperar o melhor, a não me frustrar quando as coisas não saem como eu quero? Será que esse dia chega?
Uma das maiores diferenças que tenho com a minha mãe é que a vida toda ela me mandou e, depois de um tempo deixou de mandar mas passou a sugerir, que eu fosse mais conformada. Que eu devia aceitar com mais facilidade o que não me agrada ou não me satisfaz. Que se eu ficasse sempre lutando contra o que eu não gosto, minha vida seria muito difícil, pois as coisas nem sempre saem como a gente quer.
Concordo em parte. Mas acho que ao contrário do estágio de conformação pura e simples, o que vale e nos ensina a ser pessoas melhores é o estágio de entendimento. Talvez esse seja o momento onde entra a maturidade. O saber que entender que algo não era pra ser não significa se conformar. Pq se considerar uma pessoa conformada, vamos combinar, é muito depressivo.
Estou quase aprendendo onde fica essa divisão tão sensível, essa linha tão tênue entre entender e se conformar. Mas não é fácil e, pior, não é rápido. Tenho impressão que sempre vou primeiro sentir uma puta frustração, depois lutar para não ser conformada com o acontecimento. Daí uns dias depois (a quantidade deles vai depender da importância da história, claro), entro na fase de entendimento. É uma daquelas sensações alentadoras, confortadoras. E de desapego. Pq para entender que não era pra ser, tem que fazer um puta exercício de desapego, de "ah, deixa pra lá, nem ia ser tão legal assim".
Passei por uma dessas há poucos dias. Super expectativa. Frio na barriga. Super idealização na minha mente viajandona. E não foi bem o que eu esperava. Como disse, idealizei algo que não dependia só de mim e das minhas escolhas. Dei uma sofridinha nos primeiros dias, mas as fichas vão caindo e o esperando "ah, deixa pra lá" acaba chegando. E eu entendo, muito mais do que me conformo. Não me conformo, pq na real já tenho idade suficiente para conseguir distinguir o me conformo do eu entendo.
Talvez essa cura tenha vindo rápido demais. Pode ser que dê efeito rebote, como acontece quando a gente toma remédio tarja preta para emagrecer. Mas por enquanto tá na boa. Até pq é incrível a capacidade que o Universo tem de nos apresentar surpresas gostosas bem na hora que a gente precisa. A compensação vem e te dá um gás, um sopro de otimismo.
Isso é o mais fascinante de tudo. E o que me faz voltar a ser pilhada, a querer tudo e a continuar sempre esperando o melhor. Com uma certa dose de teimosia, não posso negar...
;-)) Pp
Camaleão
Incrível a capacidade que a gente tem de mudar o estado de espírito. Quer dizer, eu tenho. Na real, acompanhando a vida das minhas amigas, até arrisco a dizer "nós mulheres" temos essa capacidade.
Claro que por um lado é legal, pois a gente sai de situações desagradáveis com uma certa facilidade. Não ficamos remoendo coisas passadas. A não ser que nada de novo se apresente.
A raivinha comprova isso. A coisa nova se apresentando é o passo decisivo para a tal raivinha. Que pressupõe uma atitude. A raivinha devolve na hora. Executa na hora. Não espera esfriar.
É bem bom...
*Pp
Claro que por um lado é legal, pois a gente sai de situações desagradáveis com uma certa facilidade. Não ficamos remoendo coisas passadas. A não ser que nada de novo se apresente.
A raivinha comprova isso. A coisa nova se apresentando é o passo decisivo para a tal raivinha. Que pressupõe uma atitude. A raivinha devolve na hora. Executa na hora. Não espera esfriar.
É bem bom...
*Pp
Raivinha
Este texto é simples, bem simples. Porque o raciocínio é.
Existem coisas que deixam uma mulher muito puta, várias aliás. Mas sem dúvida uma das que me deixa mais é quando os planos mudam e eles eram absolutamente esperados. Não, não é isso. É quando os planos mudam, eles eram esperados, e quem cancelou parece não dar a menor importância. Talvez seja uma percepção nossa do outro, mas quando percebo isso é duro, e dá aquela vontade de mandar tudo muito longe. Que é controlável, claro.
É engraçado como para os homens a história de desmarcar algo que está fechado há dias não parece fazer muita diferença. Eles às vezes simplesmente comentam no meio de um outro contexto, as vezes no Messenger falando de trabalho, colocando o cano que está dando dentro da conversa como se não houvesse o menor problema.
Como é possível alguém estar do outro lado do mundo e simplesmente comentar que será necessário duplicar o tempo da viagem porque vai sair da Alemanha e ter que trabalhar na África do Sul, ao invés de voltar. E aqueles planos? O jantar, a saudade, a vontade de conhecer melhor? Aquele vazio de quem só estava começando algo que dura cinco dias e agora terá uma distancia infinita de vinte?
Neste caso, não é tristeza, nem decepção, é aquela raivinha, de imaginar porque pra nós faz tanta diferença e pra eles é tão normal. Ou parece.
A raivinha vem da sensação de não ser tão importante pro outro quanto ele é pra gente. Seja porque ele desmarcou, não ligou, sumiu um tempo, não foi carinhoso em algum momento, não deu atenção quando estava na cara que precisávamos.
Deste sentimento muitas vezes vem a vingancinha. Aliás este post é inspirado num texto incrível que li sobre ela. Mas fato é que nos casos de decepção, a mulher é capaz de uma vingancinha bem pior do que a chatice do dia-a-dia. E ao contrario da primeira, a raivinha traz um tipo de atitude que não é a aquela chatice vingativa corriqueira, que é um peso inclusive pra quem está agindo dessa forma. Esta outra é bem bacana. Envolve, vinho, horas sem dormir e muita diversão. Duro mas real. E bom.
* Summer
Existem coisas que deixam uma mulher muito puta, várias aliás. Mas sem dúvida uma das que me deixa mais é quando os planos mudam e eles eram absolutamente esperados. Não, não é isso. É quando os planos mudam, eles eram esperados, e quem cancelou parece não dar a menor importância. Talvez seja uma percepção nossa do outro, mas quando percebo isso é duro, e dá aquela vontade de mandar tudo muito longe. Que é controlável, claro.
É engraçado como para os homens a história de desmarcar algo que está fechado há dias não parece fazer muita diferença. Eles às vezes simplesmente comentam no meio de um outro contexto, as vezes no Messenger falando de trabalho, colocando o cano que está dando dentro da conversa como se não houvesse o menor problema.
Como é possível alguém estar do outro lado do mundo e simplesmente comentar que será necessário duplicar o tempo da viagem porque vai sair da Alemanha e ter que trabalhar na África do Sul, ao invés de voltar. E aqueles planos? O jantar, a saudade, a vontade de conhecer melhor? Aquele vazio de quem só estava começando algo que dura cinco dias e agora terá uma distancia infinita de vinte?
Neste caso, não é tristeza, nem decepção, é aquela raivinha, de imaginar porque pra nós faz tanta diferença e pra eles é tão normal. Ou parece.
A raivinha vem da sensação de não ser tão importante pro outro quanto ele é pra gente. Seja porque ele desmarcou, não ligou, sumiu um tempo, não foi carinhoso em algum momento, não deu atenção quando estava na cara que precisávamos.
Deste sentimento muitas vezes vem a vingancinha. Aliás este post é inspirado num texto incrível que li sobre ela. Mas fato é que nos casos de decepção, a mulher é capaz de uma vingancinha bem pior do que a chatice do dia-a-dia. E ao contrario da primeira, a raivinha traz um tipo de atitude que não é a aquela chatice vingativa corriqueira, que é um peso inclusive pra quem está agindo dessa forma. Esta outra é bem bacana. Envolve, vinho, horas sem dormir e muita diversão. Duro mas real. E bom.
* Summer
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